sábado, 27 de setembro de 2008

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Puerto Iguazu, Foz do Iguaçu e Ciudad Del Leste - resenha









Fotos: 1. Cataratas; 2. Interior do hotel em Puerto Iguazu; 3. Boléia de ônibus coletivo em Ciudad Del Leste (decorado com as cores da bandeira paraguaia); 4. Praça em frente ao Shopping China, em Pedro Juan Caballero.

Argentina, Brasil e Paraguai. Tríplice fronteira. Após retorno do Chile, passamos mais um dia em Buenos Aires e pegamos um vôo pela Lan (Linhas Aéreas Argentinas) com destino a Puerto Iguazu (ainda do lado da Argentina). No avião, conhecemos o Billy e logo fizemos amizade. Gente fina o paulista. Ainda no vôo, o Egídio ficou tirando onda que eu estava chamando atenção da americana, sentada ao meu lado, através de umas artes que estava rabiscando num copo descartável de polietileno. Até que ela gostou dos desenhos e ainda arranquei dela uns sorrisos com essa arte barata. Mas longe de mim tal acusação (risos).

Compartilhamos um táxi com o Billy até o hotel ainda em Puerto Iguazu. Quando ele viu o hotel (um verdadeiro resort e ainda com chicas guapas ao redor da piscina), ficou louco. Só que tínhamos reservas, mas o Billy não. Mesmo assim tentamos hospedá-lo sem sucesso. Por solidariedade ao Billy, combinamos de acompanhá-lo até Foz do Iguaçu e lá jantarmos. Pegamos o táxi e rumamos em direção ao Brasil, só que no caminho descobrimos, por três vezes, que estava faltando algum documento de um de nós. Já ficamos um pouco tenso com essas idas e vindas e, principalmente, por saber que Foz do Iguaçu é a cidade número 1 do Brasil em índices de violência. Jantamos numa churrascaria, rodízio de carnes e algumas caipirinhas. Após, trocamos os números de telefones e contatos com o Billy e retornamos para Puerto Iguazu, atravessando de volta a fronteira para repousar no hotel.

De manhã cedo, após desayuno, apressamos para conhecer as Cataratas do Iguaçu, pelo lado da Argentina, que tem uma visão mais bonita que a do lado do Brasil (a vantagem é que avistamos as belezas que se encontram do lado do Brasil). Realmente, fabulosa a visão daqueles milhões de metros cúbicos caindo e, ao mesmo tempo, evaporando-se e banhando todo os turistas que captam em centenas de cliques a paisagem de rios d´água. No final do passeio, o Egídio, consumista por natureza, abusou nas compras na lojinha do parque.

Retornamos ao hotel, pegamos nossa bagagem, pois já havíamos fechado a conta e trilhamos agora em direção a Ciudad Del Leste, passando de novo (só de passagem) por Foz do Iguaçu. Na verdade, no planejamento da viagem tinha deixado essas cidades como últimos destinos já pensando nas comprinhas básicas no Paraguai. Contudo, não estava nos planos comprar nada em Ciudad Del Leste por se tratar de uma fronteira muito estressada. As compras estavam planejadas para acontecer em Pedro Juan Caballero, também no Paraguai, mas já na divisa com o Mato Grosso do Sul, por ser uma fronteira mais tranquila. Mas o Egídio foi seduzido por o som automotivo que o lojista baixou o preço até enfeitiçá-lo. No final, na hora de assinar o cartão de crédito percebi que alguma coisa estava errada no valor em Guaranis. Tentamos de várias maneiras cancelar a compra. Mas o lojista usou de todos artifícios para segurar a compra. Resumo da ópera: mais tarde, após confirmar o valor do dólar e com a ligaçao da administradora do cartão de crédito, descobrimos que tínhamos sido enrolados em mais de R$ 300,00.

Mas os contratempos somente estavam começando. Tínhamos comprado uma passagem para Pedro Juan Caballero num ônibus que varava a madrugada e amanhecia no esperado destino. No caminho, fomos parados numa blitze em que fomos extorquidos por uns policiais paraguaios corruptos alguns míseros Reais e Guaranis, pelo fato de não ter uma nota fiscal do bendito som automotivo.

Já em Pedro Juan Caballero, após todas confusões do dia anterior e madrugada, fizemos compras no Shopping China de forma bem tranquila. Mas, receioso de novas confusões na fronteira, aproveitamos para regularizar todas as compras na Receita Federal. Quer dizer, quase todas. Apenas foi um dia muito corrido. Mas deu tudo certo. No final da tarde, já estávamos numa baldeação de vários ônibus, de novo de madrugada, com destino a Bonito-MS. Mas isso já é assunto para o próximo post.

domingo, 4 de maio de 2008

Chile - resenha geral















Fotos (de cima para baixo): 1. prédio histórico em Val Paraíso; 2. Espelho d´água em Portillo (melhor foto de toda viagem); 3. Lago em Portillo; 4. Casa de Pablo Neruda, com 5 pisos; 5. Viña Del Mar.
Para encerrar os últimos capítulos da viagem, temos que concluir o que se iniciou: fazer o registro de cada destino. Durante os quatro dias que passamos no Chile, procuramos aproveitar o máximo os roteiros disponíveis.
Assim que chegamos no aeroporto de Santiago, trocamos algum dinheiro na casa de câmbio para poder chegar até o hotel. O Peso Chileno é uma moeda bem inflacionada, em março um 1 Real valia 250 Pesos Chilenos, então a conta é sempre multiplicando por 4 e corta-se três casas decimais e, dessa forma, obtemos o valor em Reais. Como é muito comum nos aeroportos, os taxistas e guias oferecendo serviços de tranporte, então um chileno se apresentou querendo "ayudar" e dizendo que ali era diferente do Brasil, fomos educados e o ouvimos. Mas como somos aventureiros, procuramos o serviço de informações do aeroporto e depois pegamos um transporte público mesmo. O guia, por ter "perdido" o serviço, debochou da gente, mas na hora faltou palavras para dar uma resposta boa. Após o ônibus, pegamos o metrô e descemos bem pertinho do hotel. O metrô, diga-se de passagem, muito organizado, limpo e bem sinalizado.
A tarde, já instalado procuramos um restaurante para almoçar, então fomos até o parque que fica situado na estação do teleférico e lá fomos muito, muito bem atendidos. Pelo avançado da hora, éramos os únicos clientes a ser atendidos. Depois chegaram mais clientes, mas já para o jantar. Comemos bem, degustamos vinho e sobremesa.
Viña Del Mar e Val Paraíso
No mesmo dia que chegamos, contratamos um tour para Viña Del Mar e Val Paraíso. Cedinho e após o café da manhã, uma van veio nos pegar no hotel. Um carioca também se juntou a nós, que também estava no hotel, no passeio. Em um ponto central de Santiago, desembarcamos da van e pegamos um ônibus que nos aguardava. Pronto, estávamos no típico programa de turista, todos muito bem arrumados e agasalhados. Nós éramos as ovelhas negras do grupo.
O guia turista, que falava várias línguas, no percurso ia falando sobre a economia, a política, a geografia do Chile, em espanhol e depois em inglês. Parecia que ele tinha bebido "água de chocalho" não parava um minuto. Após chegar na cidade, paramos no que era a residência da cidadão mais importante da cidade e que tinha contribuído muito para o desenvolvimento local.
No caminho, paramos numa praça com uma escultura feita pelos indígenas da Ilha de Páscoa e o guia foi contar a história que já serviu de roteiro para o cinema (Rapa Nui). Em função dos "credenciamentos", o guia nem chamou atenção para uma exposição que estava havendo num museu na praça. A exposição tinha cabeças cortadas como troféu pela tribo. Mas acabamos perdendo-a.
Após, fomos para a orla de Viña Del Mar. O ônibus estacionou e deu 2 horas para almoço. Lógico que já tinha um restaurante credenciado para o almoço. Mas como somos rebeldes, fomos procurar outra opção para almoço. O carioca nos acompanhou. Percebemos uma certa dificuldade de compreensão por parte dos atendentes no restaurante escolhido. Mas tudo bem. Estávamos no destino turístico mais badalado do litoral chileno.
Após almoço, retornamos para o ônibus e enquanto esperávamos o grupo se reunir, fomos banhar nossos pés no Oceano Pacífico. 15 graus, geladíssima a água. O batismo estava feito e o ônibus já seguia em direção a Val Paraíso. Como já falei antes em outro post, as duas cidades são coladas, mas completamente diferentes. Val Paraíso tem aquele charme colorido de casinhas de morro. Dizem as lendas urbanas que a cor era utilizada para marcar a casa e facilitar o retorno do namorado marinheiro enquanto estava aportado em Val Paraíso. Mas logo que ele ia embora, mudava a cor para o novo namorado que a chilena arrumaria. Danadinhas.
O ônibus parou próximo a uma das casas do grande poeta chileno Pablo Neruda, que agora se tornou um museu. Muita gente visitando o local e batendo fotos. Tava muito cheio, então acabamos só apreciando a vista que um dia foi do poeta. Algumas comprinhas e uns postais e pronto.
No retorno para Santiago, chegou a hora dolorosa, pagar a conta. E pelo serviço prestado pelo guia ainda acabamos dando gorjeta. Na hora, fizemos os cálculos e percebemos quanto ganha bem o guia. Naquele dia, ele, em gorjetas, recebeu em torno de R$ 500,00.

Portillo - Cordilheira dos Andes
Estávamos a caminho da Cordilheira dos Andes. Se no dia anterior estavámos acompanhados por mais 40 turistas, no dia seguinte estávamos numa van de forma exclusiva, apenas eu, o Egídio, o guia e o motorista. Era um guia simples, não falava outras línguas, mas compreendia bem o português e portunhol que falávamos. Tinha uma boa formação cultural e de estudos. E no caminho, o Egídio ia falando com ele de futebol a chicas. Tudo era assunto. Chegando lá, não encontramos a neve que esperávamos, exceto a que avistávamos no cume das montanhas ao redor da primeira estação de esqui da América Latinha, Portillo, fundada há mais de 50 anos. Batemos muitas fotos e depois almoçamos no restaurante da estação. Degustamos um bom vinho, enquanto apreciávamos a vista pela vidraça do restaurante.
A vista, desde o caminho até os caracóis que subimos para chegar a estação, é mui bela. Estavámos a pouco mais de 20 km do ponto mais alto da América Latina, mas já pelo lado da Argentina, o Aconcagua. Pela altitude que nos encontrávamos, sentíamos o ar rarefeito. Qualquer esforço a mais, faltava o oxigênio.
Chile - em geral
Pela sua geografia muito adversa, 80% do país é montanhoso, ou seja, não tem muito cultivar. A extensão territorial máxima, de leste a oeste é 432 km. Por outro lado, de norte a sul, tem mais 4 mil km, o que dá um extensa costa banhada pelo Pacífico, o que termina sendo um grande porto de passagem de divisas, vindo de toda América do Sul e que entra no país vindo de outros continentes. Isso logo se torna muito visível, pela frota de veículos, pois encontramos um grande leque de modelos e marcas que nunca vimos no Brasil. O vinho chileno, muito conhecido no mundo inteiro, na verdade tem uma produção pequena, pois não chega a superar algumas pequenas regiões do Brasil. Brinquei muito citando que o clima semi-árido e a paisagem em Santiago lembra muito minha cidade natal, Orocó, em Pernambuco. Guardada as devidas proporções, nas redondezas de Orocó tem grandes plantações de uva. Então não era chiste (piada)!
A arquitetura de Santiago cheia de prédios novos me incomodava muito pelo excesso de vidros nas edificações. Parecia que todo traço de criatividade era esboçada pela vidraçaria abundante nas fachadas. Às vezes, os prédios tombados como patrimônio da humanidade eram incrementados com adendos de vidros, numa combinação exótica (foto acima).
Os chilenos também são exímios construtores de túneis, principalmente em função da sua geografia montanhosa.
Ah, faltou falar do povo e, em particular, das mulheres chilenas. O povo chileno é muito organizado e atende bem o turista. De um modo geral, tem uma estatura mediana e um traço meio indígena. Então, não encontramos muitas chilenas belas. Que pena!

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Harém


Egídio rodeado da Shakira e Mirela.

Boteco house - lar doce lar


De volta para casa!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Resenha de Buenos Aires


A chegada em Buenos Aires foi tumultuada. Começou logo em Colonia Del Sacramento, pois o Egídio levou um carão na imigração, pois não encontrou o cartão de entrada no Uruguai e teve que jogar a bagunça toda contida na mochila no chão e, quando encontrou, o tal formulário estava todo amassado, então ele terminou ouvindo alguns palavrões em espanhol.

Desembarcamos no porto em Buenos Aires já mais de 22h e sucedeu uma sequência de informações erradas. Sem mapa (o local com informações turísticas estava fechado), sem ainda ter trocado dinheiro pela moeda local, então ficamos um pouco complicado e terminamos andando muito. Depois pegamos um táxi e enfim conseguimos chegar onde nos hospedaríamos. Para pagar o taxista foi outra confusão (já contamos isso em outro post). Enfim, rodamos em pelo menos seis hotéis e nada de conseguir vaga. Terminamos conseguindo um hotel bem localizado e com um charme daqueles hotéis antigos. Ufa. Quem manda não reservar antes.

No dia seguinte, fomos atrás de sacar dinheiro. Rodamos um bocado, até conseguir achar um Banco do Brasil. Ufa dois. Agora bem mais relaxado e com dinheiro no bolso, retornamos para o hotel e logo reservamos o show de tango para noite. Almoçamos no restaurante vizinho ao hotel. Valor do almoço executivo: $ 22 pesos argentinos (R$ 12,22) com cuberto (couvert de pães, amendoim, batata e tirinhas de massa), entrada, gaseosa (refri), prato principal e postre (sobremesa).

O show de tango foi um verdadeiro show (já publicamos isso em outro post).

Outro passeio que fizemos foi o trem da costa. O Egídio pegou informações e fomos para estação. Pegamos o trem certo e ficamos em dúvida sobre o destino final, então descemos do trem. Pegamos mais informações e pegamos o primeiro trem que apareceu. Agora já estávamos no trem errado. Em pouco tempo, percebi que tínhamos pegado o trem errado, então descemos e tivemos que fazer uma baldeação para enfim pegar o trem certo. Foi tanto trem sô, que daqui a pouco já estava me sentindo mineiro, uai.

Pegamos, após a última estação, o Trem da Costa. Paisagem muito bela. No destino final, descemos e fomos procurar um lugar para almoçar. Rodízio com postre a $ 18 pesos argentinos (R$ 10,00). Após almoço, compramos o bilhete de passeio de barco no Rio Tigre. Vacilamos, porque poderíamos ter almoçado no barco, que tinha restaurante a bordo com toda mordomia possível.

Em Buenos Aires, rodamos todos os pontos turísticos. Parasitamos muito na Calle Florida (Rua Florida), paraíso das compras em pleno centro da cidade. A verdade é que sentimos como se estivesse em casa, pois rodávamos até de madrugada pelas ruas em busca de lanches no final da noite.

O hotel também nos acomodou muito bem. Ficamos impressionados com a distância do aeroporto internacional para o hotel. O ônibus para chegar lá, que segue em zigue-zague pela rodovia, demora quase duas horas para chegar lá. A vantagem é que táxi é muito barato (paga-se $ 50 pesos argentinos). Também a gasolina no preço que eles pagam!

Outra coisa estranha, os argentinos são muito afeminados, metrossexuais (ou viados mesmo). Eles usam até presilhas no cabelo, se cumprimentam beijando no rosto. Isso é realmente muito estranho.
Fotos: o argentino Egídio Tevez (com sua língua presa: "- Cual la pregunta?"; e na outra foto apareceu uma imagem refletida no vidro do trem ("é muita coincidência...")

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Resenha de Punta Del Leste











Bem, esticando um pouco o roteiro no Uruguai, ainda fomos a Punta Del Leste, ponto mais extremo no litoral do país. Paraíso turístico, Punta Del Leste está para Viña Del Mar (Chile), assim como Curitiba (Brasil) está para Santiago (Chile). A cidade estava tranqüila, afinal não era alta estação, mas mesmo assim deu para sentir o clima de badalação que fica quando a cidade está cheia. Só para ter uma idéia, a turnê do Bob Dylan incluía Punta Del Leste. Lá no hotel mais chique da cidade estava estampado o cartaz do show do grande ícone da música folk: "Do you like a Rolling Stones?"


Rodamos a península, pela orla, quase toda. Batemos fotos na escultura e um dos cartões postais da cidade, Las Manos e, no final de tudo, ainda encontramos um leão marinho tomando banho de sol no cais do porto.


Para finalizar fomos fazer compras num feirinha de artesanato, típico programa de turista. Não resisti e acabei comprando algumas lembranças. O Egídio nem se fala. Vale ressaltar que tivemos a companhia luxuosa e hilária do nosso mascote e grande amigo, quem? Quem? Quem? Juanito, que fez o tour na cidade com a gente. "O Juanito é nosso amigo, o Juanito é nosso amigo, ninguém pode negar, ninguém pode negar."


O ponto alto do dia foi quando estávamos nas Las Manos e o Juanito estava bebendo um refrigerante e, bem no momento que ele estava de boca cheia, eu surpreendi dando um grito e falando uns palavrões bem feios com ele, na hora ele deu aquela cuspida ou vomitada de tudo que estava na boca... E ficamos bolando de rir.


Outra comédia que ficamos zoando muito foi que tinha um gaúcho lá no hotel (tomara que ele não esteja vendo o blog...) e eu fiquei imitando ele. Além de ser gaúcho, "macho tchê pra caramba", ele tinha um cabelo tipo He-Man, só que preto, e tinha um jeito de andar com a cabeça um pouco inclinada (tipo 15 graus) e um olhar de meia luz. O gaúcho cantava pessimamente mal as músicas do Paralamas e Legião num violão que mais parecia um instrumento de percussão (de tanto que ele massacrava as cordas do coitado). Vamos dizer que ele era um pouco bem intencionado, dava para entender qual era a música que estava cantando. Então a imitação que ficamos rindo o tempo todo era: eu inclinava a cabeça de lado, baixava pela metado o olhar, adicionava um leve jeito feminino e virava o olhar para o Juanito como se estivesse paquerando com ele. Fazíamos a maior hora dizendo que o Gaúcho estava paquerando com o Juanito. Por sua vez, o Juanito ficava devolvendo a encomenda, dizendo o mesmo comigo. Ninguém aguentava ficar sério com essa imitação. Ei Gaúcho, se estiver vendo o blog, cara, é só uma fábula bem humorada que inventamos; você não é desse jeito.
P.S. Como falei muito no Gaúcho, publiquei na parte superior deste post foto. Ele está mais a esquerda (de vermelho), depois a Silvina, Eu (Alécio Amando) e o Juanito.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Resenha de Colônia Del Sacramento




Lógico que chegamos em Fortaleza. O que é bom não dura mais que 30 dias. Mas como tínhamos o compromisso de fazer o registro de bordo da viagem, aqui estamos nós com o ofício de escrever o que aconteceu em cada cidade.
Colônia Del Sacramento é uma cidade histórica do Uruguai declarada como Patrimônio da Humanidade. A cidade ficou famosa por ser a maça da discórdia entre Portugal e Espanha, que brigavam pelo posse da região. Por ser pequena, não precisa mais que um dia para conhecer toda a cidade, que tem muitos bares e restaurantes charmosos e bem agradáveis. Pela proximidade marítima com Buenos Aires, termina sendo ponto de partida para adentrar em território argentino.
Como somos aqueles típicos turistas, que não dispensam o que está a disposição em cada roteiro, alugamos um carrinho de golfe e ficamos rodando na cidade, como diz por aqui, "tirando onda". A noite seguimos para Buenos Aires.

domingo, 30 de março de 2008

Liberdade II


Egídio, este é "o cara", nem gosta de comprar muito: só dvd comprou 18 títulos diferentes!

Liberdade


Estamos no bairro da Liberdade, Sampa. Um dia reservado para compras de regalos.

sábado, 29 de março de 2008

Circuladô II


O Circuladô de Fulô é a banda que tocava o Edu Ribeiro. O nosso amigo Billy, que conhecemos no vôo de Buenos Aires para Puerto Iguazu, era produtor e empresário da banda e nos levou para conhecer e assistir show dos caras. Ah propósito, estamos em Sampa, nossa última cidade do roteiro.

Circuladô


Estamos no camarim do Circuladô, na casa de show Estância do Alto da Serra, em São Bernardo (SP). Foto com a banda.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Flutuação II


Grande fisioculturista cearense-arr(g)entino Egídio em pose para clique antes do passeio-flutução.

Flutuação em rio


É incrííível! Mas flutua, mesmo com os quilos ganhos na viagem. Foto preparando-se para passeio-flutuação no Rio Sucuri (só macho mesmo lá de Orocó para entrar num rio com esse nome). "Eu me sinto ridículo com essa roupa, parece que estou de macaquinho ioga!"

Gruta II


Mami (Japão), Mariana (SP), guia Alice (MS) e Egídio (CE) fazendo macacada.

Gruta Lago Azul


Bonito literalmente!

Bonito!


Já tamos em Bonito-MS. Chegamos antes dos galos de João Cabral de Melo Neto, que anunciam o amanhecer contido na foto. Pena não ter tido êxito em adiar o vôo e ter que seguir ainda hoje para Campo Grande.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Cataratas II


Já estamos de saída da Argentina, rumo a Ciudad Del Leste, no Paraguai. De lá para Pedro Juan Caballero. O celular voltou a funcionar!

Cataratas do Iguaçu


Estamos nas Cataratas pelo lado da Argentina. Temos que dar o braço a torcer: a vista deles é mais bonita!

terça-feira, 25 de março de 2008

Buenos Aires de volta...

Estamos em Buenos Aires de volta.... Mais tarde pegamos um voo para Puerto Iguazu (Foz do Iguacu pelo lado da Argentina)... Fui

domingo, 23 de março de 2008

Cordilheira dos Andes

Para novamente ganhar tempo, contratamos o servico de tour para a Cordilheira dos Andes. Como os outros turistas desistiram do passeio, fomos de forma exclusiva para o Portillo, a mais de 3.000 metros de altitude, e já quase com a fronteira com a Argentina, faltava apenas 26 km para sair do Chile. A neve que alcancamos foi o que a lente da camera fotográfica pode captar (dava para ver a neve no cume das montanhas ao redor). Nesta época do ano, somente iríamos conseguir sentir a neve no Aconcagua, já no território da Argentina. Mas a vista lá de cima é muito bonita. É incrível quanto sentimos pequenos diante da grandiosidade e exuberancia da natureza mae. Para chegar lá, subimos numa rodovia internacional, com muitos caminhoes brasileiros, paraguaios e argentinos.
Com o ar muito rarefeito, se acelerássemos o passo um pouquinho, já ficávamos com faltar de ar e muito cansados. A altitude, junto com a gripe ainda nao curada, fez com se sentisse meio tonto.
Almocamos no Hotel Portillo um espaguete com salmao defumado. Ficamos olhando as fotos do hotel, que na temporada de inverno é muito agitado com muitas pistas de ski. Trata-se da primeira estacao de ski da América Latina, inaugurada na década de 40.
Sentimos um gosto de quero mais ou, sendo mais cruel, frustrado por nao sentir a neve. Isso faz com que tenhamos que retornar na temporada de inverno para de fato curtir o clima de neve.

sábado, 22 de março de 2008

Viña Del Mar e Val Paraíso

Para ganhar tempo, contratamos o servico de tour para Viña Del Mar e Val Paraíso. Muito iludidos que iríamos pegar sol e praia, fomos de sandália, bermuda e calcao de banho. Que nada, a temperatura tava baixíssima, fiquei morrendo de frio. O Egídio, mais prevenido (anda feito burro de carga com uma mochila para todo lugar), chegou a vestir 3 camisas uma sobre a outra. Eu, morrendo de frio, fingi que a temperatura nao me atingia.
Viña Del Mar e Val Paraíso sao duas cidades juntas, mas bem distintas. O relevo das duas cidades muito acidentado permite ter belíssimas paisagens. O mar, por sinal estamos no Oceano Pacífico, estava com 15 graus, geladíssimo. Para dizer que nos banhamos no Oceano Pacífico, entao molhamos os pes e quase congelamos.
Também fomos na casa do grande poeta chileno Pablo Neruda, que virou museu. A vista lá de cima é muito bonita. Fui...

sexta-feira, 21 de março de 2008

Resenha de Montevideu

Já estamos no Chile e agora que estamos fazendo resenha de Montevideu. E ainda falta a resenha de Buenos Aires e da Colonia Del Sacramento. E ainda Punta Del Este.
Vamos lá. Primeiro fomos destemidos em nao pegar um taxi para chegar ao hotel. Pegamos informacoes e um mapa no aeroporto e subimos no onibus. Localizamo-nos no mapa e pronto. Foi muito facil chegar.
Vamos descrever a cidade. A frota de carros é muito velha, tem carros andando nas ruas com mais de 5 decadas de idade. É verdade que tem carros novos também, mas muito pouco. A arquitetura da cidade é composta de edificacoes, na sua maioria, antigas. Nao vemos na paisagem urbana edificacoes com tracos contemporaneos. Nao deixa de ter um certo charme, que nos lembra aquelas cidades antigas européias. A capital é pequena, dá para andar para muitos lugares andando.
Agora vamos para as comédias. De cara, assim que chegamos, conhecemos o Junior, que apelidamos depois de Juanito. Carioca, da Ilha do Governador, estudande de turismo, em pouquissimo tempo já estamos xingando e falando palavrao com ele (ou seja, nos tornamos amigos rapidamente). O Juanito é uma figuraca, rimos muito com ele. Numa noite ele levou 16 tocos (foras, dispensadas etc) das garotas uruguaias. Mas ele conseguiu tirar uma foto com uma delas (risos). Noutra noite, que nao saimos com ele, o Juanito recebeu uma nota falsa (ainda teve prejuizo) e fizeram a maior hora com a cara dele. Na manha seguinte, ele estava indignado. "...Mas o Juanito é nosso amigo..." Ele ficou depois de ir conhecer Fortaleza. Ei Juanito, tamos lhe esperando seu baitola. Já disse para o próprio que ele foi um capítulo a parte na viagem. Hora por outra, lembramos uma história sua e caimos no riso.
Ja falei muito do Juanito. Agora vamos falar de garotas. Em Montevideu conhecemos Silvina (que ja publicamos foto dela) e a Natália. Todas duas super simpáticas e maravilhosas. A Silvina ficou depois de ir retribuir a visita a nossa cidade Fortaleza. Ah, as chicas uruguais sao muito bonitas.
A noite em Montevideu é bem animada. Todas as noites tem balada para esticar até o amanhecer. A estada foi muito animada. A turma do hotel muito calorosa. Gente do mundo inteiro encontramos por lá: da alemanha, turquia, franca, estados unidos etc. A ponte que estabelecemos foi através do portunhol. Pronto. Terminei. Depois insiro as fotos.
P.S. Ainda fomos num Cassino em Montevideu. Nao poderíamos sair de lá sem ter passado num cassino. Todo animado, disse para o Egídio e o Juanito, que ia ganhar dinheiro lá. Só que a minha estratégia que era jogar com baixo risco (no máximo ganhando de 1 para 1) e jogando em proporcoes matematicas, lá nao aceitam que joguem em pequenos valores (justamente para que nao se permita o jogo em proporcoes matematicas). Quando eu tava indo com o milho, eles há séculos já tinham o fubá. Mesmo assim ainda cheguei a ganhar dinheiro. Cheguei a quase dobrar as fichas que peguei inicialmente. Resumo da ópera: perdi $ 1.000 pesos uruguaios. Mas faz parte da aventura, perder dinheiro e achar que faz parte do tour na cidade!

Santiago - Chile

Já estamos no Chile, em Santiago. Cruzamos a Cordiheira dos Andes e estamos na costa oeste da America do Sul. A vista aerea eh muito bonita la de cima. Para amanha temos passeio marcado para Val Paraiso / Viña Del Mar. No domingo, vamos para os Andes, ver neve.
Curiosidade do Chile: o pais soh tem 432 km de extensao maxima de oeste para leste, embora seja muito extenso de norte a sul.
Acho que estou um pouco desnorteado, nao sei se eh fome ou alguma coisa liga ao clima e temperatura daqui. Ou entao a gripe que me pegou.
A moeda daqui eh muito louca. 1 real vale 250 pesos chilenos. Ou seja, tudo tem muito zero na hora de pagar.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Montevideu - Silvina






Tres fotos com esta chicha maravilhosa. Nome Silvina!

Montevideu - Mercado do Puerto



Foto no Mercado do Puerto. Da esquerda para direita, Carlos (Carlito), Egídio, Júnior (Juanito), Veronica (muy simpatica) e Alécio Amando.

Señor Tango


O Señor Tango é um verdadeiro show. Vale a pena conhecer. A apresentacao é muito bonita e tudo muito bem feito. Show de bailarinas, de música, luzes etc. Só dancarinos contamos vinte. Duas orquestras, além de uma banda folclórica, 3 cantantes, maestro etc. A única coisa que nao gostamos foi do jantar servido, apesar de ter escolhido uma truta (peixe nobre...), mas nao estava muito saboroso. E também estava muito quente no final da apresentacao. Desculpas, mas somos muito exigentes. Ademais encontramos o Dr. Benício, de Teresina, que também estava assistindo o show, sem falar na quantidade de brasileños que encontramos, até de Fortaleza.
Em Buenos Aires, estamos com problemas para publicar umas fotos escolhidas dentre as 1.400 fotos que tiramos durante toda viagem. Os micros daqui sao umas verdadeiras carrocas. Mas fazer o que? Só pode deixar imaginar!

terça-feira, 18 de março de 2008

Buenos Aires

Já chegamos na capital argentina. Muito cansados, só conseguimos chegar até o hotel. Como somos brasileños e deixamos tudo para última hora, entao somente tentamos reservar o hotel um dia antes. E... E... Nao conseguimos. Mas isso faz parte da aventura. Com um pouco de sorte, conseguimos um hotel bem localizado, na Av. de Mayo, perto de tudo, e ainda com um pouco de charme dos hotéis antigos.
Já conseguimos cambiar a la moneda, que era outra dor de cabeca, pois nao estavamos com quase nenhuma moeda argentina. Para pagar o taxi, tivemos que pagar com trocos em tres moedas. O taxista ficou indignado. Ele deve ter ficado xingado os brasileños. Risos.
Para hoy la noche, tenemos un show del tango, no El Señor, lo mejor de Buenos de Aires.
Pena o celular nao está funcionando para ir postando as fotos. Recado para o Bruno, a cerveja já está marcada quando retornarmos. Já temos mais de 1.400 fotos. E olha que nem tudo eu gosto de sacar la foto.
Ademais, estamos vivos. Nao passamos fome (já engordamos alguns quilos). O nosso portunhol tá dando para se comunicar. E viva Che Guevara, San Martin e outros revolucionários!!!

domingo, 16 de março de 2008

Resenha das Serras Gaúchas

Desembarcamos em Caxias do Sul e fomos até o aeroporto alugar um automóvel. (desculpas pela falta de acentuacao, o teclado é gringo). De carro na mao, entao ficou mais facil fazer nosso próprio roteiro. Rumo até Bento Goncalves para o Vale dos Vinhedos, direto para Vinícola Miolo. Degustacao de vinhos, passeio pela vinicola etc.


Após passeio, fomos almocar no restaurante Giusepe, rodízio de massas. Culinária de primeiríssima qualidade. Nem parece com aqueles rodízios de massas que tentam entupir a gente com pratos só a massa literalmente. Ainda em Bento Goncalves pegamos informacoes sobre passeio da Maria Fumaca. Entao fomos para a regiao de Gramado e Canela.


Chegamos em Gramado, instalamos no hotel e já fomos atrás de programacao para noite, já mais de 22h . Nada de morgar. Pimba, conseguimos. Pub Boccata. A banda a disposicao de quem quiser cantar ou tocar. A noite foi ficando animada. Fomos nos enturmando. Daqui a pouco já estavámos sendo anunciado como os camaradas de Fortaleza. O Egídio com seu assobio deixava todo mundo surdo, sempre que alguém fazia uma boa apresentacao. No bar, só tinha artista. Marmanjos e algumas musas se apresentando. Ficamos impressionados com a qualidade da apresentacao de cada um que subia no palco. O Egídio tomou duas garrafas de vinho sozinho. Eu ataquei de caipirosca e tequila. No final da noite, fomos atras de encontrar algum lugar para matar a fome e evitar a ressaca. Nada de encontrar lugar aberto, afinal em plena segunda para terca e as 4h da manha, muito dificil. Acabamos encontrando a turma do bar no posto enquanto estavamos lanchando. Moral da historia. Enchemos o carro com todo mundo, tinha garota no colo, gente se espremendo: num Corsa Sedan coube 9 pessoas. Afinal o carro era alugado, no carro nosso nao faríamos isso. Fomos deixar a turma em sua casa. Ponto alto da noite: Bárbara (o nome faz jús a sua pessoa). Chegamos no hotel as 5h da manha.

No outro dia, fomos fazer alguns passeios em Gramado e Canela. O tempo estava ótimo, super frio. No almoco, conhecemos a Karine. O Egídio quase pede ela em casamento no segundo diálogo (no primeiro diálogo, já convidou para ir para Fortaleza e ofereceu casa, carro etc). Uma verdadeira musa. Após almoco, fomos até a Cascata do Caracol. Tivemos que descer quase 1.000 degraus e depois subir. O Egidio quase morreu esbaforido. Mais o visual valeu a pena. A noite ainda saímos, mas nao foi tao bom quanto a noite anterior.

Na quarta, apareceu uma vaga para ir fazer o passeio da Maria Fumaca. Entao, fizemos o check out no hotel, fomos ver a Karine, antes de partir. Almocamos e descemos a serra a mais de 100 km/h para chegar a tempo de pegar a Maria Fumaca em Bento Goncalves. Passeio ótimo e depois ainda teve uma visita no museu da Epopeia Italiana.

Após passeio, voltamos para Caxias do Sul para comprar passagens para Porto Alegre. Com os bilhetes, estávamos mais tranquilos e muito cansados pelo dia corrido. Surge um problema, nao conseguiamos hotel para pernoitar. Ligamos para mais de 25 hotéis e nada. Acabamos pernoitando num hotel "pulguento". É incrível como nao existia nenhum hotel disponível em Caxias do Sul em plena quarta e nao tinha nenhum evento na cidade. O ramo de hotelaria por lá vai bem!

sexta-feira, 14 de março de 2008

Montevideu


Já estamos em Montevideu! Cruzamos fronteira e agora estamos sem o aparato da nossa língua mae. O celular nao funciona e fica um pouquinho mais trabalhoso publicar foto (estávamos publicando direto do celular).

Foto noite em Montevideu.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Homenagem tardia


No dia 8/3, cobraram-me a homenagem ao Dia Internacional da mulher e como estávamos muito ocupado no roteiro em Balneário Camboriú, acabamos não publicando nada. Agora vai. O que seria da nossa vida sem o gênero feminino? Certamente não teria sentido! Do ventre, ganhamos vida no seio materno; para que esta vida perpetue vem as nossas filhas. E em tudo, tudo mesmo, está o centro de nossos desejos e atenções: a mulher. Dedicamos aqui uma homenagem especial a todas as mulheres que fazem parte da nossa viagem neste mundo, a nossa inspiração e redenção. Registramos também em particular, no nosso tour, a beleza da mulher paranaense, catarinense e gaúcha, que tem presenteado nosso olhar. Em especial, brindamos duas musas que cruzaram nosso roteiro: Karine e Bárbara (brinco que é minha mãe...). Na foto, uma máscara feminina encontrada na Vinícola Miolo, em Bento Gonçalves-RS.

Lembrança de Garibaldi


Já estamos a caminho de Porto Alegre. Na foto, um típico gaúcho tocando acordeon na estação em Garibaldi.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Maria Fumaça em Bento Gonçalves


Depois de Gramado e Canela, ainda retornamos a 120 km/h para Bento Gonçalves para um passeio nesta charmosa e antiga Maria Fumaça.

Raridade...


Na estação rodoviária de Gramado, encontrei esta raridade, um ...

Festival de Cinema de Gramado


Hall de entrada do cinema onde é realizado o festival.

Gramado - Bill Bar


Na terça, a balada foi no Bill Bar, mas não tão boa quanto a noite anterior. A banda da noite foi Trama Trio, que tocou pop-pan (tudo).

Canela - Cascata Caracol


Para chegar até a queda d'água, tivemos que descer mais de 900 degraus e depois subir. A altura é equivalente a um edifício de 43 andares. O cansaço é recompensado com a bela visão da cascata.

terça-feira, 11 de março de 2008

Resenha de Balneário de Camboriú

Não estava nem no roteiro, mas por sugestão do nosso amigo Hereon Cesconetto, fomos para Balneário Camboriú (não confundir com Camboriú, pois são duas cidades diferentes). Mas foi tão bom que acabamos passando mais tempo do que o previsto.
Primeiro, a cidade está toda voltada para o turismo. Encontramos muitos turistas na cidade: argentinos, uruguaios, o pessoal da melhor idade etc. Quando chegamos na orla nos surpreendemos com a estrutura turística da cidade.
Um roteiro imperdível é o teleférico. Após subida, tem uma parada no Parque da Mata Atlântica, onde se tem duas visões maravilhosas: uma da Praia de Laranjeiras e outra da própria cidade de Balneário de Camboriú. A vista é muito bonita.
Tardiamente descobrimos que ainda poderíamos ter conhecido a Praia de Pinho, famosa pela prático de naturismo (leia-se nudismo mesmo), que fica bem pertinho da Praia de Laranjeiras. Já cheguei até ver vídeo da praia, mas perdemos o time para conhecê-la. Vai ficar para próxima vez que retornar a cidade.
Durante a viagem, uma coisa que descobrimos é que terminamos sabendo dos roteiros da cidade através dos cartões postais. Como em toda cidade, mando um cartão postal para meus filhos, termino descobrindo algum ponto turístico que ainda não foi falado para gente.
Outro fato que aconteceu em Balneário Camboriú foi uma espécie de "boa noite cinderela" nos dias em que passamos lá. Explico. Não tem nada a ver com o golpe do sonífero na bebida. No primeiro dia, comemos um la paella (peixe com frutos do mar) muito bem servido e acabamos não conseguindo sair a noite. O prato muito gostoso, mas capotamos literalmente. No segundo dia, fizemos o passeio teleférico, Praia de Laranjeiras etc. E de novo, após o roteiro capotamos de novo, não saindo a noite. Esquecemos de colocar o despertador. No terceiro dia, a programação do Beto Carrero Word foi muito boa, mas foi muito quente e cansativa. E de novo esquecemos de colocar o despertador para sair a noite. Resumindo: gostamos muito da cidade, mas poderia ainda ser melhor, pois a noite prometia muito em Balneário de Camboriú.
Registra-se aqui também um artista talentosíssimo que assistimos no Beto Carrero World, que interpreta um marriage mexicano. Rimos muito com as peripécias dele nos diversos palcos que assistimos. O ator é muito dinâmico e tem uma veia natural para o humor. Só o que assistimos dele valeu a pena o ingresso. Também brinquei em todos os brinquedos, inclusive aquele de mais de 100 metros que cai de uma vez e outro de uma cabine também em queda.
No final de tudo, recomendo Balneário de Camboriú muito mais que Floripa (a cidade é bacana e também muito bonita, mas tudo é muito distante).

Pub Boccatta


Além de ser um pub maravilhoso, na segunda só tem artista, pois o microfone e instrumentos ficam a disposição dos presentes e todos sobem ao palco, tocando algum instrumento e cantando. O único que não tinha nenhuma habilidade era eu. O Egídio fez sucesso com seu assobio, que ficou conhecido como supersônico. Na foto, a bela Bárbara no palco.

Noite agitada em Canela


Conseguimos um pub bem agitado em plena segunda-feira. A farra foi grande: eu fui de caipirosca e tequila; o Egídio derrubou 2 garrafas de vinho. Resumo da ópera: além de fazer amigos e amigas, chegamos 4h30 da manhã no hotel! Nome do pub: Boccatta (tão bom quanto o Boteco).

segunda-feira, 10 de março de 2008

Gramado


Já estamos em Gramado. Independente do dia da semana, a pergunta que sempre fazemos em todos as cidades: onde é a balada? Em plena 2a. feira, 22h, ainda vamos atrás da balada...

Vinícola Miolo


Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves. A Vinícola Miolo mantém uma filial em Petrolina, e os vinhos lá produzidos levam o nome Terranova. No meio dos visitantes na vinícola, "tirei onda" com os poucos conhecimentos que aprendi sobre uvas com minha hermana Lígia Amando.

Resenha de um mico

Bem, o Victor Emanuel é nosso amigo, mas... Não podemos perder a piada. O Victor junto com o Gustavo e o Egídio foram passar o final de semana em São Paulo com o objetivo de assistir um show do Iron Maiden. Depois de lá, o Gustavo e Victor retornaram e o Egídio prosseguiu viagem.
Em curto espaço de tempo, o Victor pagou dois micos. O primeiro foi que eles foram para uma boate no sábado e, depois de pago a conta e tudo mais, ele perdeu o cartão de liberação da saída. Então, foi a maior confusão dos diabos para resolver a pendenga, assim contou o seu mui amigo Egídio, que ele quase chorou.
O outro mico eu presenciei, na estação de metrô o Victor conseguiu esquecer uma mala enorme. Quando já estávamos dentro do metrô, ele lembrou. Por sorte, retornamos na estação e uma senhora, funcionária de lá, tinha guardado a mala, então ela perguntou: "mas como você consegue esquecer a mala?"
Se ele tivesse prosseguido viagem com a gente, no terceiro destino somente estaria com a roupa do corpo! (risos). Mas o Victor é nosso amigo!

Bento Gonçalves


Alugamos um carro e fomos para Bento Gonçalves. Estamos no Vale dos Vinhedos, na Vinícola Miolo. Tarefa difícil: degustar 5 vinhos e espumantes. Mas como somos verdadeiros enólogos (leia-se alcoólatras), então após passeio pela vinícola, repetimos as doses (no plural)!

domingo, 9 de março de 2008

Floripa


Chegamos e já estamos de saída. Em função dos dias que passamos a mais em Balneário Camboriú, Floripa se tornou só uma ponte e passagem para o próximo destino. Foto entardecer na Praia da Joaquina.