Não tem lugar melhor para ser apresentado ao Jessier do que em Petrolina em casa cheia... Minha profunda admiração ao grande arquiteto da poesia matuta!
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Jessier Quirino - grande poeta popular
Não tem lugar melhor para ser apresentado ao Jessier do que em Petrolina em casa cheia... Minha profunda admiração ao grande arquiteto da poesia matuta!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Até que enfim...
Amanheço em Petrolina e Juazeiro. Vejo minha adorável mãe, irmãos e familiares. A estada vai ser curta, afinal perdi muito tempo desligando a tomada e resolvendo os percalços domésticos. Mas compenso programando uma semana de férias em junho/julho e ainda levo a tropa de choque (Zeus, Brenda Letícia e Valentine).
Tenho certeza que amanhecerei bem mais relaxado, pois a única ponte que remete a esse mundo que quero esquecer por um mês se trata de um aparelho de celular. Não precisamos ficar completamente desconectados, afinal nossa situação não mais permite. Também deixo o blog para algum contato e para dar notícias dos aventureiros que seguem a trilha. Tudo é partida (literalmente) e para terminar o post de hoje vou buscar no fundo do pote uns rápidos versos que rascunhei há muito, muito tempo atrás:
Minha arte
Antes de arte
É todo e parte
Ao mesmo tempo
De um sentimento.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Confirmado o último tripulante

sábado, 23 de fevereiro de 2008
Últimos preparativos...
Teremos um mês perambulando de cidade em cidade na procura de cartões postais que esperamos arrombar a nossa retina, como diz o Chico Buarque na sua canção. Buscamos o êxtase da contemplação, ver o diferente, transgredir em outra língua, penetrar noutra cultura como um piercing, fugir da nossa rotina de bater o ponto no trabalho, sentir novas emoções, viver novos sentimentos. Tudo, tudo, tudo bem diferente!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Quase Pasárgada...
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Boteco house
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Sempre assim...
É sempre assim / você nunca diz sim / insisto, insisto que nosso caso não tem fim / mas você foge de mim / parece loucura, mas já me acostumei com seu habitual de ser / somente muda o tempo dos capítulos / e o momento que a mocinha se entrega para o bandido / todo o resto, todo o todo é o mesmo / o mesmo comportamento / fugir sempre, fugir sempre de mim (post celular, do Boteco)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
6ª, 7ª ou 8ª parada (me perdi!)... Colonia del Sacramento

domingo, 17 de fevereiro de 2008
Mochileza não é moleza não...
Ah propósito, embora considere que a viagem somente começa, para a minha pessoa, em São Paulo-SP, no entanto, eu já inicio a viagem 10 dias antes. Digamos que farei um "retiro espiritual" de 3 dias em lugar desconhecido. Depois embarco para Petrolina visitar meus familiares e amigos. No domingo, pego um vôo para Recife e ainda passo um dia lá visitando meu amigo Remígio. De madrugada embargo para Sampa, onde me encontro com o elemento-indivíduo-sujeito Egídio (pós-show Iron Maiden). Talvez não considere esses pre-âmbulos como parte do roteiro porque já conheço esses lugares. Mas não deixa de fazer parte da viagem. Talvez signifique a recarga da bateria para viagem.
A Estela, como sempre, diz que não acredita nessas "coincidências", comentando o último post do blog, mas ela faz o tipo que diz que não e no fim acabando dizendo outra coisa, de preferência nos últimos momentos. Para ela já contei e dediquei aquela piada do político versus mulher: o político quando diz SIM significa TALVEZ; quando diz TALVEZ significa NÃO; e quando diz NÃO, não é político, pois um político nunca diz NÃO para o eleitor. A mulher quando diz NÃO significa TALVEZ; quando diz TALVEZ significa SIM; e quando diz SIM, não é mulher, pois a mulher nunca diz, de cara, um SIM para um homem. Assim costumo dizer é a bela Estela. E nada mais oportuno que terminar este post com Manuel Bandeira (e provocando de novo, "é muita coincidência, é uma verdadeira conspiração cósmica!", por sinal já ofereci para Estela):
Belo belo minha bela
Tenho tudo que não quero
Não tenho nada que quero
Não quero óculos nem tosse
Nem obrigação de voto
Quero quero
Quero a solidão dos píncaros
A água da fonte escondida
A rosa que floresceu
Sobre a escarpa inacessível
A luz da primeira estrela
Piscando no lusco-fusco
Quero quero
Quero dar a volta ao mundo
Só num navio de vela
Quero rever Pernambuco
Quero rever Bagdá e Cusco
Quero quero
Quero o [moreno] de Estela
Quero a [[brancura]] de Elisa
Quero a saliva de Bela
Quero as sardas de Adalgisa
Quero quero tanta coisa
Belo belo
Mas basta de lero-lero
Vida noves fora zero
sábado, 16 de fevereiro de 2008
"É muita coincidência, é uma verdadeira conspiração cósmica..."

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Alterações no roteiro

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
5ª parada - Montevidéu - Uruguai

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
4ª parada - Porto Alegre

na escuridão a luz vermelha do walkman
sobre edifícios a luz vermelha avisa aviões
nas esquinas que passaram nas esquinas que virão verde, amarelo, vermelho espelho retrovisor
[ anoiteceu em PoA ][ anoiteceu em PoA ]
na escuridãosó você ouve a canção eu vejo a luz vermelha do teu walkman
sobre edifícios no 30º andar uma flor vermelha nasceu
nas esquinas que passaram nas esquinas que virão há sempre algém correndo fugindo da "Hora do Brasil"
[ anoiteceu em PoA ]BRASÍLIA, 19 HORASESTA É A VOZ DO BRASIL[ anoiteceu em PoA ]
na zona sul existe um rionesse rio mergulha o sole arde fins-de-tardede luz vermelhade dor vermelhavermelho anil
atrás do muro existe um rio que na verdade nunca existiu mas arde fins-de-tarde de luz vermelhade dor vermelhavermelho anil
[ aconteceu a meia-noite ][ anoiteceu em PoA ] [ aconteceu a noite inteira ] [ aconteceu em PoA ]
EU DISSE QUE ACREDITASSEM EU PEDI QUE ACREDITASSEM EU NUNCA DEIXEI DE ACREDITAR QUE O GRÊMIO IA SER CAMPEÃO DA AMÉRICA HOJE...ESTA... NOITE EM PORTO ALEGRE
quinze pr'as duas ruas escuras ?quem tem o mapa? ?qual é a direção?
duas e meia castelos de areia cabelos castanhos estranhos sinais
já passa das três ...pela última vez... de hoje em diante só uísque escocês
cinco da manhã nada diferente chegamos finalmente ao dia de amanhã
[ eu trago comigo os estragos da noite ][ eu trago comigo os estragos da noite ][ eu trago comigo os estragos da noite ](escondo meu rosto entre escombros da noite)
um ditador deposto marcas no rosto um gosto amargo na boca uma certeza só uma certeza: "da próxima vez, só uísque escocês"
duas fichas telefônicas um telefone que não pára de tocar (ninguém atende) eu não entendo 'tão fazendo onda 'tão fazendo charme um alarme de carro que não pára de tocar
[ eu trago comigo os estragos da noite ][ eu trago comigo os estragos da noite ][ eu trago comigo os estragos da noite ](não nego, não nego, não)
uma canção no rádio uma versão mal traduzida um pastor exorciza na rádio de um táxiAQUI ESTAREMOS EM NOME DE JESUS uma certa impressão...uma certeza imprecisa PRA PEDIR AO ANJO DEUS "?quem não precisa de uma versão, uma tradução?"
PARA COLOCAR AS MÃOS NAS PROFUNDEZAS DO TEU CORPO PARA ARRANCAR A MACUMBA PARA A GLÓRIA EM NOME DE JESUS CRISTO
um ditador deposto marcas no rosto um gosto amargo na boca e a certeza de que o último dia de dezembro é sempre igual ao primeiro de janeiro
O GRÊMIO VAI SER CAMPEÃO DO MUNDO O RIO GRANDE DO SUL E O BRASIL VÃO VIVER UMA MADRUGADA QUE NÃO TERMINARÁ ANTES DO SOL NASCER
[ eu trago comigo os estragos da noite ][ eu trago comigo os estragos da noite ][ eu trago comigo os estragos da noite ](meu reino por um rosto, pelo resto da noite)
noites que passaram noites que virão noites que passamos lado a lado em solidão noites de inverno noites de verão noites que viramos esperando o sol nascer esperando amanhecer esperando o sol nascer
[ amanheceu em PoA ][ amanheceu em PoA ][ amanheceu em PoA ]amanheceu...
*SEIS HORAS QUINZE MINUTOS ZERO SEGUNDO
recomeça tudo lá fora "here comes the sun" "the sun is the same in the relative way but you are older"
*SEIS HORAS VINTE MINUTOS ZERO SEGUNDO
recomeça tudo lá fora nas esquinas, nas escolas um litro de leite meio quilo de pão
*SEIS HORAS TRINTA MINUTOS ZERO SEGUNDO
recomeça tudo lá fora neguinho da Zero Hora vende manchetes quinze pr'as sete da manhã nada diferente chegamos finalmente ao dia de amanhã...
[ em PoA ]"
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
3ª parada - Floripa

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
2ª parada: Joinville.... e falha.....
Primeiro, falhei. É horrível para um homem dizer isso, mas falhei. Assumir sua falha e conviver com isso. Mas isso mostra que eu não sou o Super-Homem. Falhei e pronto! Acabei não postando nada ontem. Mas a ressaca oriunda da sexta-feira no Boteco acabou me consumindo junto com a programação do Beach Park. E quando dei conta do horario, já tinha passado da meia noite, já tinha passado o domingo etc. Falhei.
Segundo, vamos fazer um registro especial. Estou sendo privilegiado com a visita da minha prima Mara Dallena, que está de férias e veio visitar o primo. Mara para quem não conhece é um amor de pessoa, doce, bem humorada, inteligente e muito esforçada (faz estágio no BNB e ainda tem tempo de cursar Jornalismo e História). É um prazer recebê-la na nossa cidade!
Terceiro, vamos para a nossa 2ª parada do roteiro da viagem - Joinville.
Alguém interveio e disse "porque ao invés de Joinville, não passar mais dias em Curitiba?" Talvez eu não tenha uma resposta muito certa para a indagação. Mas escolhi a cidade porque fica entre Curitiba e Florianópolis, como aquela poema do Drummond - uma pedra no meio do caminho. Pedra no sentido positivo da palavra. Entre o mar e a serra, Joinville é a maior cidade do estado e segundo relatos tem uns bons atrativos turísticos, noites e bares, inclusive muita gente bonita (mas o mais importante é a beleza interior... rs rs). Acredito que será uma parada válida. Somente saberemos conhecendo.
E aí Joinville? Devemos lhe conhecer?
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Algumas curiosidades sobre a "higiene cultural européia"

Pode não ser novidade mas o relato é interessante e uma reflexão sobre épocas e costumes não estaria fora de propósito….
Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não tem banheiros. Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.
Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1.500 pessoas, sem a mínima higiene. Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas. A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene).
Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.
Quem já esteve em Versalies admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas "usados" como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos "maio" como o "mês das noivas" e a explicação da origem do buquê de noiva.
Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente "não jogue o bebê fora junto com a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos.
Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão. Assim, a nossa expressão "está chovendo canivete" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" (está chovendo gatos e cachorros).
Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.
Os copos de estanho eram usados para cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, Do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.
Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão usada por nós até os dias de hoje."
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Curitiba - 1ª parada do roteiro

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Tripulação - apresentação e convocação

Vamos a apresentação e convocação da tripulação. Segue o mini-currículo dos indivíduos-elementos-sujeitos:
1. Alécio Amando - esse é o sujeito mais direito e correto que conheço (rs rs). Filósofo e poeta, não o convide para nenhuma viagem, pois ele vai. Bate o ponto no Boteco em dias de sexta-feira e trabalha na Camed de segunda até a hora de ir para o Boteco. E nas horas vagas se dedida ao ócio criativo. Não gosta de nada simples, tem de ser um pouco mais complicado. Uma pessoa maravilhosa, bom amigo e altamente prestativo.
2. Egídio Gomes - analista de sistemas e "raimundo-faz-tudo" na Camed, gênio ("menino de ouro"), educado no método construtivista (fala tudo sem pensar e sem prestar atenção para quem está ouvindo), recém-adepto da Igreja Betesda, alterna momentos de hiper-alegria com muito mau-humor, cunhado do Aixton. Diz ele que está procurando uma moça séria para casar. É encontrado geralmente nos finais de semana no Morro Branco (na casa de praia do Aixton). Descaradamente não atende o telefonema dos amigos, nem tampouco retorna as ligações! No momento, está cumprindo direitinho o horário de trabalho na Camed.
3. Vinicius Lima - primeiro, precisamos confirmar a participação do Vinicius na tripulação. Nas reuniões para definição do roteiro da viagem ele furou todas. Diz o folclore que ele nasceu dentro de um ônibus de Itapipoca para Fortaleza (brincadeirinha!). Trabalha na Gol só para viajar de graça. É o mais viajado dos três da tripulação. Conhece boa parte do planeta, antes de conhecer o quintal da casa dele. Ei Vinicius, tu vai ou não?
***********************************************************
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Para quê escrever um blog?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Planejamento da viagem

Não fiz como Amyr Klink, afinal não vou navegar no mar solitariamente e comandando um barco, mas para cada dia de viagem tenho dedidado pelo menos um dia planejando. Antes da viagem, já sei boa parte da programação que devo fazer em cada cidade. A internet ajuda bastante. É como se fizesse uma viagem virtual, antes da viagem física. Afinal, como já falava o poeta Fernando Pessoa, para viajar basta existir.
Providências para viagem:
- passaporte, além da carteira de motorista e identidade;
- compra dos principais trechos aéreos antecipado;
- carteira de alberguista (para os locais cujos preços não sejam convidativos);
- palm top com acesso a internet e teclado dobrável (já em teste), para garantir a atualização do blog, e-mails, transferências e pagamentos via net;
- telefones e endereços úteis (embaixadas, hotéis, albergues, bancos etc);
- seguro de viagem (afinal seguro morreu de velho...);
- roteiro para cada cidade;
- guarda-roupa básico para frio;
- consultas de preços e do câmbio em cada localidade;
- cartões de crédito internacional com limites confortáveis;
- dinheiro na conta corrente para transferências e pagamentos;
- resolução dos problemas domésticos, para não ter que resolvê-los a distância.
Feito tudo isso, a viagem tende a ser mais previsível. Vamos deixar só o prazer, alegria e a felicidade para o improviso!
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Roteiro 5 Bandeiras

1. São Paulo-SP (BRA)
2. Curitiba-PR (BRA)
3. Joinville- SC (BRA)
4. Florianópolis-SC (BRA)
5. Porto Alegre-RS (BRA)
6. Montevidéu (URU)
7. Colonia Del Sacramento (URU)
8. Buenos Aires (ARG)
9. Santiago (CHI)
10. Valparaiso (CHI)
11. Mendoza (ARG)
12. Cordoba (ARG)
13. Assunção (PAR)
14. Foz do Iguaçu-PR (BRA)
15. Bonito-MS (BRA)
Obs. sujeito a alterações de acordo com o prazer proporcionado em cada localidade.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Conceito - palavra que viaja no significado

Depois dessa viagem filósofica rebuscada, resumindo, como se diz o meu amigo e filósofo popular Tonico, Mochileza significa mochila nas costas e, embora carga, leveza. Mochileza tem a ver com natureza. Mochileza busca a beleza. Mochileza tem na sua raiz um dos destinos da viagem - Chile - e, ao mesmo tempo, tem parte da palavra cidade-origem e para onde vamos retornar após a aventura - Fortaleza. Mochileza, por si só, já traz embutido muitos significados, mas muito vai enriquecer após a consumação do seu destino.
Mochileza presta-se ao papel de ser portal e ponte para os amigos que deixamos na terra natal e ser uma porta aberta para novos amigos e horizontes.
Quando partimos para uma aventura como essa, percorrer algumas cidades do Mercosul, buscamos ampliar nossos horizontes, desbravar novas fronteiras, descobrir novos mundos. Talvez buscamos o exílio, para valorizar a terra natal. Talvez achamos que nosso mundo é pequeno e por isso queremos alargá-lo. Talvez queiramos respirar novos ares, cheirar novos sabores.
Tudo é viagem. Mas chegamos ao destino final de conceituar a mochileza. Avante para a aventura!