sexta-feira, 4 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Resenha de Buenos Aires
Desembarcamos no porto em Buenos Aires já mais de 22h e sucedeu uma sequência de informações erradas. Sem mapa (o local com informações turísticas estava fechado), sem ainda ter trocado dinheiro pela moeda local, então ficamos um pouco complicado e terminamos andando muito. Depois pegamos um táxi e enfim conseguimos chegar onde nos hospedaríamos. Para pagar o taxista foi outra confusão (já contamos isso em outro post). Enfim, rodamos em pelo menos seis hotéis e nada de conseguir vaga. Terminamos conseguindo um hotel bem localizado e com um charme daqueles hotéis antigos. Ufa. Quem manda não reservar antes.
No dia seguinte, fomos atrás de sacar dinheiro. Rodamos um bocado, até conseguir achar um Banco do Brasil. Ufa dois. Agora bem mais relaxado e com dinheiro no bolso, retornamos para o hotel e logo reservamos o show de tango para noite. Almoçamos no restaurante vizinho ao hotel. Valor do almoço executivo: $ 22 pesos argentinos (R$ 12,22) com cuberto (couvert de pães, amendoim, batata e tirinhas de massa), entrada, gaseosa (refri), prato principal e postre (sobremesa).
O show de tango foi um verdadeiro show (já publicamos isso em outro post).
Outro passeio que fizemos foi o trem da costa. O Egídio pegou informações e fomos para estação. Pegamos o trem certo e ficamos em dúvida sobre o destino final, então descemos do trem. Pegamos mais informações e pegamos o primeiro trem que apareceu. Agora já estávamos no trem errado. Em pouco tempo, percebi que tínhamos pegado o trem errado, então descemos e tivemos que fazer uma baldeação para enfim pegar o trem certo. Foi tanto trem sô, que daqui a pouco já estava me sentindo mineiro, uai.
Pegamos, após a última estação, o Trem da Costa. Paisagem muito bela. No destino final, descemos e fomos procurar um lugar para almoçar. Rodízio com postre a $ 18 pesos argentinos (R$ 10,00). Após almoço, compramos o bilhete de passeio de barco no Rio Tigre. Vacilamos, porque poderíamos ter almoçado no barco, que tinha restaurante a bordo com toda mordomia possível.
Em Buenos Aires, rodamos todos os pontos turísticos. Parasitamos muito na Calle Florida (Rua Florida), paraíso das compras em pleno centro da cidade. A verdade é que sentimos como se estivesse em casa, pois rodávamos até de madrugada pelas ruas em busca de lanches no final da noite.
O hotel também nos acomodou muito bem. Ficamos impressionados com a distância do aeroporto internacional para o hotel. O ônibus para chegar lá, que segue em zigue-zague pela rodovia, demora quase duas horas para chegar lá. A vantagem é que táxi é muito barato (paga-se $ 50 pesos argentinos). Também a gasolina no preço que eles pagam!
Outra coisa estranha, os argentinos são muito afeminados, metrossexuais (ou viados mesmo). Eles usam até presilhas no cabelo, se cumprimentam beijando no rosto. Isso é realmente muito estranho.
Fotos: o argentino Egídio Tevez (com sua língua presa: "- Cual la pregunta?"; e na outra foto apareceu uma imagem refletida no vidro do trem ("é muita coincidência...")
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Resenha de Punta Del Leste
Bem, esticando um pouco o roteiro no Uruguai, ainda fomos a Punta Del Leste, ponto mais extremo no litoral do país. Paraíso turístico, Punta Del Leste está para Viña Del Mar (Chile), assim como Curitiba (Brasil) está para Santiago (Chile). A cidade estava tranqüila, afinal não era alta estação, mas mesmo assim deu para sentir o clima de badalação que fica quando a cidade está cheia. Só para ter uma idéia, a turnê do Bob Dylan incluía Punta Del Leste. Lá no hotel mais chique da cidade estava estampado o cartaz do show do grande ícone da música folk: "Do you like a Rolling Stones?"
Rodamos a península, pela orla, quase toda. Batemos fotos na escultura e um dos cartões postais da cidade, Las Manos e, no final de tudo, ainda encontramos um leão marinho tomando banho de sol no cais do porto.
Para finalizar fomos fazer compras num feirinha de artesanato, típico programa de turista. Não resisti e acabei comprando algumas lembranças. O Egídio nem se fala. Vale ressaltar que tivemos a companhia luxuosa e hilária do nosso mascote e grande amigo, quem? Quem? Quem? Juanito, que fez o tour na cidade com a gente. "O Juanito é nosso amigo, o Juanito é nosso amigo, ninguém pode negar, ninguém pode negar."
O ponto alto do dia foi quando estávamos nas Las Manos e o Juanito estava bebendo um refrigerante e, bem no momento que ele estava de boca cheia, eu surpreendi dando um grito e falando uns palavrões bem feios com ele, na hora ele deu aquela cuspida ou vomitada de tudo que estava na boca... E ficamos bolando de rir.
Outra comédia que ficamos zoando muito foi que tinha um gaúcho lá no hotel (tomara que ele não esteja vendo o blog...) e eu fiquei imitando ele. Além de ser gaúcho, "macho tchê pra caramba", ele tinha um cabelo tipo He-Man, só que preto, e tinha um jeito de andar com a cabeça um pouco inclinada (tipo 15 graus) e um olhar de meia luz. O gaúcho cantava pessimamente mal as músicas do Paralamas e Legião num violão que mais parecia um instrumento de percussão (de tanto que ele massacrava as cordas do coitado). Vamos dizer que ele era um pouco bem intencionado, dava para entender qual era a música que estava cantando. Então a imitação que ficamos rindo o tempo todo era: eu inclinava a cabeça de lado, baixava pela metado o olhar, adicionava um leve jeito feminino e virava o olhar para o Juanito como se estivesse paquerando com ele. Fazíamos a maior hora dizendo que o Gaúcho estava paquerando com o Juanito. Por sua vez, o Juanito ficava devolvendo a encomenda, dizendo o mesmo comigo. Ninguém aguentava ficar sério com essa imitação. Ei Gaúcho, se estiver vendo o blog, cara, é só uma fábula bem humorada que inventamos; você não é desse jeito.
P.S. Como falei muito no Gaúcho, publiquei na parte superior deste post foto. Ele está mais a esquerda (de vermelho), depois a Silvina, Eu (Alécio Amando) e o Juanito.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Resenha de Colônia Del Sacramento
Lógico que chegamos em Fortaleza. O que é bom não dura mais que 30 dias. Mas como tínhamos o compromisso de fazer o registro de bordo da viagem, aqui estamos nós com o ofício de escrever o que aconteceu em cada cidade.
Colônia Del Sacramento é uma cidade histórica do Uruguai declarada como Patrimônio da Humanidade. A cidade ficou famosa por ser a maça da discórdia entre Portugal e Espanha, que brigavam pelo posse da região. Por ser pequena, não precisa mais que um dia para conhecer toda a cidade, que tem muitos bares e restaurantes charmosos e bem agradáveis. Pela proximidade marítima com Buenos Aires, termina sendo ponto de partida para adentrar em território argentino.
Como somos aqueles típicos turistas, que não dispensam o que está a disposição em cada roteiro, alugamos um carrinho de golfe e ficamos rodando na cidade, como diz por aqui, "tirando onda". A noite seguimos para Buenos Aires.
Colônia Del Sacramento é uma cidade histórica do Uruguai declarada como Patrimônio da Humanidade. A cidade ficou famosa por ser a maça da discórdia entre Portugal e Espanha, que brigavam pelo posse da região. Por ser pequena, não precisa mais que um dia para conhecer toda a cidade, que tem muitos bares e restaurantes charmosos e bem agradáveis. Pela proximidade marítima com Buenos Aires, termina sendo ponto de partida para adentrar em território argentino.
Como somos aqueles típicos turistas, que não dispensam o que está a disposição em cada roteiro, alugamos um carrinho de golfe e ficamos rodando na cidade, como diz por aqui, "tirando onda". A noite seguimos para Buenos Aires.
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